Bosch junta conhecimento em software e eletrónica numa nova divisão

Na Bosch Car Multimedia, mais de 400 engenheiros dos centros de I&D em Braga passam a integrar a divisão XC, criando soluções de mobilidade inteligente, autónoma e conectada.

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Um novo caminho para o futuro da mobilidade que inclui a unidade Braga

Os veículos de hoje estão a mudar, principalmente como resultado da utilização de software e eletrónica. O mercado de sistemas eletrónicos com uso intensivo de software deve crescer cerca de 15% ao ano entre 2020 e 2030. Com o objetivo de ampliar a sua posição de liderança neste mercado a Bosch criou uma nova divisão, Cross-Domain Computing Solutions. Desde o início de 2021, tanto os clientes que já fazem parte da carteira da Bosch, assim como os novos receberão sistemas eletrónicos e o software necessário de uma única fonte: uma divisão com aproximadamente 17.000 colaboradores. “Nesta altura, um veículo contém cerca de 100 milhões de linhas de código de software. Apenas uma empresa com ampla experiência em eletrónica e software estará em posição de moldar o futuro da mobilidade”, afirmou Stefan Hartung, membro do conselho de administração da Robert Bosch GmbH e presidente do setor de negócios da Mobility Solutions.

A mudança para a eletrónica cada vez mais sofisticada e a utilização intensiva de software está a tornar-se cada vez mais rápida. O resultado é um aumento considerável na complexidade da engenharia automóvel. Para a nova divisão, o objetivo será reduzir essa complexidade através de soluções eletrónicas e de software integradas. Além disso, aquilo que se pretende será obter novas funções para a circulação dos veículos em estrada de forma mais rápida.

“A experiência e as competências das nossas equipas de I&D e a proximidade dessas atividades ao centro de competências e à manufatura são vantagens competitivas relevantes no Grupo Bosch”, afirma Carlos Ribas, Administrador Técnico da Bosch em Braga e Representante da Bosch em Portugal. "Temos em Braga o ecossistema ideal para que essa mudança seja benéfica e traga mais crescimento no futuro", reforça Carlos Ribas.